A importância do empreendedorismo feminino no Brasil

Quem diria que as mulheres dividiriam a força do mercado de trabalho, após tantos anos sendo vistas, mundialmente, como donas de lares e que não podiam trabalhar fora? Além de se destacarem como empreendedoras, uma pesquisa feita pelo Sebrae, em 2019, revelou que essas donas de negócios assumem também, cada vez mais, o papel de chefes de domicílio.

Mesmo conciliando uma jornada dupla, que é a de cuidar da casa e do trabalho, as mulheres mostram que o empreendedorismo feminino no Brasil vem ganhando força e que há espaço para todas atuarem onde quiserem. Inclusive, em alguns segmentos, elas se mostram verdadeiras líderes, até em faturamento.

Continue a leitura para entender melhor!

Qual o panorama do empreendedorismo feminino no Brasil?

De maneira geral, o empreendedorismo vem ganhando força no país: hoje, são mais de 51 milhões de pessoas que abriram seus negócios por necessidade ou por oportunidade. De acordo com o estudo do Sebrae, de cada cinco adultos, dois são empreendedores.

Nesse sentido, a classe feminina vem ganhando representatividade no mercado. Hoje, há mais de 24 mil mulheres donas de negócios, distribuídas pelo Brasil. O cenário é reflexo de uma importante transformação social e cultural.

As mulheres estão entendendo que podem abrir qualquer tipo de negócio, transformar seus projetos em realidade e conquistar a independência financeira. Afinal, o mercado de trabalho também pertence a elas e esse movimento ganha cada vez mais força.

De que forma as mulheres podem atuar como empreendedoras?

Espaço para a força feminina é o que não falta! O motivo de os novos empreendedores, incluindo as mulheres, abrirem seus próprios negócios por necessidade está perdendo lugar para o fato de abrirem por enxergar boas oportunidades ou por encontrar sua vocação.

São vários os fatores que levam a isso: a busca pela realização profissional, as mudanças de paradigmas e de comportamento da sociedade e a transformação do mercado de trabalho. Grande parte das mulheres atua como empreendedora nas áreas da beleza, da moda e da alimentação, destacando-se nas áreas de comércio varejista de vestuários e como cabeleireiras e profissionais de tratamentos estéticos.

Franquias como alternativa

É crescente o número de mulheres que optam por abrir uma franquia para trabalhar com marcas que já são consolidadas no mercado. Esse modelo de negócio tem sido uma boa alternativa para as empreendedoras que querem alcançar a independência profissional começando do zero, porém contando com a experiência de quem já atua no segmento.

É uma proposta bem aceita no Brasil, pois representa mais segurança e melhores chances de dar certo, pois é um modelo que já está firme no mercado.

Um exemplo de que empreendedorismo feminino está encontrando espaço nesse segmento é que as mulheres lucram mais que os homens investindo em franquias. É um modelo de negócio promissor e que vem ganhando espaço na preferência dos novos empreendedores e empreendedoras por todo o país. Além disso, oferece diversas áreas de atuação, inclusive, no segmento econômico.

Gostou de saber que as mulheres vêm ganhando cada vez mais força como empreendedoras?Aproveite e compartilhe este conteúdo com outras pessoas nas suas redes sociais!

Metas para o ano: saiba como realizar seus objetivos

Você já fez metas para o ano? Todo janeiro planejamos os objetivos para serem cumpridos, criamos cronogramas com prazos estabelecidos para a vida profissional e pessoal. Mas os compromissos do dia a dia geralmente inviabilizam algumas concretizações.

Essas resoluções podem parecer bobagens para algumas pessoas, já para outras é o direcionamento para os próximos 12 meses. Quer saber como conquistar as metas diante de tantos empecilhos? É o que vamos mostrar neste artigo. Continue a leitura e aprenda a ter disciplina para conquistar seus sonhos.

Defina metas claras e objetivas

Pensar em ser feliz ou ter uma vida saudável é muito subjetivo, assim como querer ganhar mais dinheiro. Para ter metas objetivas, é necessário saber o que traz felicidade, realização e sucesso para sua vida. Por exemplo, se neste ano você pretende desenvolver uma mentalidade empreendedora, estudará sobre o assunto dois dias por semana no período noturno. Desse modo, haverá clareza em suas metas.

Escreva-as no computador ou papel

Para que o cérebro trabalhe a seu favor, ele precisa visualizar seus desejos. Por isso, utilize as metas SMART. Anote tudo que pretende realizar neste ano. Seja detalhista e específico, como pesquisar sobre o mercado de franquias todo domingo à tarde para começar a empreender. Dessa forma, saberá que naquele dia deverá procurar os mercados mais atrativos para você.

Crie um plano de ação para alcançá-las

Uma das formas para concretizar seus sonhos é dividi-los em metas menores para pôr em prática. Por exemplo, enquanto pesquisa sobre as franquias, vá estipulando o quanto deverá poupar para ter o dinheiro do investimento, como fará para ter uma renda extra e analise se quer um negócio on-line ou físico.

Determine um cronograma para os planos

Cumprir nossas propostas mantém a motivação porque você sempre lembrará de suas conquistas. Assim, coloque em um mural ou na parede sua lista de desejos, considerando suas prioridades.

Após, detalhe o plano de ação para cada uma dentro de prazos curtos, médios e longos colocando também o dia e o mês. Desse modo, à medida que for concluindo, vá riscando. Uma sugestão: você pode começar atingindo a meta de economizar R$ 300 por mês.

Mude hábitos para se tornar empreendedor

Não é uma tarefa simples, mas, com pequenas atitudes, obterá êxito dentro do ciclo da transformação. A dica é simplificar as metas, como não assistir mais novela e usar o horário delas para estudar sobre empreendedorismo.

Pare de procrastinar

Temos o costume de adiar as tarefas que são relevantes porque elas geralmente são mais difíceis ou complexas. Contudo, esse ato de procrastinar gera desgastes, retrabalhos e compromete o desempenho e o equilíbrio emocional, podendo provocar estresse e baixa resistência do organismo, abrindo espaço para diversas doenças.

Portanto, se quer realmente concretizar as metas para o ano, descubra os horários em que é mais produtivo e se afaste das distrações. Siga a frase clichê “foco, força e fé”, pois, além de ter organização e planejamento, é preciso se arriscar e confiar em sua capacidade.

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Break even point: qual é sua importância e como calcular?

Para obter o sucesso em qualquer negócio, faz-se necessário tomar atitudes tanto operacionais quanto administrativas. Entre as medidas que devem ser adotadas pelos gestores conscientes, está o cálculo do break even point, ou seja, o ponto de equilíbrio na cobertura dos custos fixos e variáveis.

Dessa maneira, a empresa consegue fechar as contas de acordo com os objetivos previamente definidos. Para você entender tudo sobre o assunto, elaboramos este post com dicas incríveis. Confira!

O que é o break even point?

O break even point é um termo em inglês que significa o ponto exato em um balanço financeiro. Assim, o conceito revela o quanto de dinheiro é necessário para uma companhia cobrir os custos fixos e variáveis, sendo extremamente útil para controlar o fluxo de caixa.

O ponto de equilíbrio é quando a empresa mantém tudo em dia, mas não obtém lucros e nem prejuízos, ou seja, trata-se de um indicador que auxilia o empresário na elaboração de metas para atingir um determinado índice de lucratividade.

De uma forma geral, o break even point é uma espécie de planejamento financeiro empresarial com foco na manutenção do negócio. Afinal, muitas empresas fecham às portas exatamente pelo fato dos gestores não conseguirem equilibrar as contas. Ao saber o quanto precisa para não entrar no vermelho, o empreendedor vai agir tendo um objetivo a ser alcançado.

Qual é a importância do break even point?

A principal vantagem ao calcular o break even point é que o gestor não vai se perder na contabilidade. Dessa maneira, é possível adequar o caixa da empresa para possíveis interferências, como períodos de crise.

O indicador ainda auxilia nas tomadas de decisões, pois demonstrará o valor necessário para obter lucros e também novos investimentos, ou seja, contribui para que sejam adotadas atitudes conscientes.

Assim, dificilmente haverá uma surpresa negativa que possa comprometer o caixa da empresa. Geralmente, o break even point é calculado em diferentes momentos, pois a empresa pode crescer ou reduzir os gastos.

Com isso, seja na abertura ou no décimo ano de determinado negócio, sempre é importante fazer esse cálculo para obter um condutor do dia a dia. Assim, ao saber quanto é necessário para equilibrar as contas, o gestor pode reduzir gastos em períodos de poucas transações ou investir na expansão quando o break even point estiver sendo superado.

Por isso, sempre é indicado manter o caixa no azul e com alguma reserva em caixa. Afinal, com a atual volatilidade do mercado, negócios estão mais sujeitos a enfrentarem contratempos — seja por interferências externas ou até mesmo gastos extras, como no pagamento dos direitos de um colaborador que será demitido etc.

Desse modo, ao manter o break even point adequado, a temida falência fica distante, pois o gestor realizará o devido monitoramento financeiro, evitando a necessidade de empréstimos que possam comprometer ainda mais no equilíbrio das contas.

Como calcular o break even point?

O cálculo do indicador necessita ser feito por meio de dados referentes a alguns aspectos do negócio, tais como:

  • custos variáveis: são as despesas que podem aumentar ou diminuir ao longo dos meses, como a aquisição de mais ou menos matérias-primas de acordo com o nível de produção;
  • custos fixos: é tudo aquilo que precisa ser pago todos os meses, geralmente com os mesmos valores. São os salários dos colaboradores, aluguel, contas de energia, água etc.;
  • vendas: trata-se do dinheiro que entra no caixa de acordo com as transações comerciais realizadas sejam elas de produtos ou serviços;
  • margem de contribuição: é o chamado custo que um negócio necessita para elaborar um produto ou que se gasta na prestação de determinado serviço.

Com os dados em mãos, o gestor terá que calcular a margem de contribuição por meio da receita total menos os custos variáveis.

Depois, chega a hora de encontrar o índice da margem de contribuição (MC) pela fórmula: MC dividido pela receita total. Em seguida, o ponto de equilíbrio será definido pelo cálculo custos fixos dividido pelo índice da margem de contribuição. O resultado, portanto, é o break even point.

Vamos exemplificar para você entender melhor as regras, tendo como base uma empresa com receita total de R$ 100 mil. Assim, a realidade será essa:

  • receita total (RT): R$ 100 mil;
  • custos variáveis (CV): R$ 30 mil;
  • custos fixos (CF): R$ 20 mil;
  • ao calcularmos a margem de contribuição, teremos: RT – CV (100 – 30)= R$ 70 mil;
  • o índice da MC é encontrado pela fórmula MC dividido RT (70 dividido 100= 0,7;
  • assim, o ponto de equilíbrio será CF dividido por IMC= R$ 28,5 mil.

Tendo esse exemplo hipotético, a empresa teria que ganhar R$ 28,5 mil no mês para deixar a conta zerada. Qualquer valor acima desse montante, será o lucro. Bem simples, não é mesmo?

O que é preciso para não errar nos cálculos?

Apesar da importância do break even point, o índice só será realmente atingido corretamente se os números apresentados estiverem dentro da realidade da sua empresa.

Para não errar nos cálculos, a dica é sempre contar com o auxílio da tecnologia. Atualmente, a gestão de custos fica bem mais profissionalizada por meio das plataformas ou softwares que realizam o devido controle orçamentário.

Com eles, é possível inserir as entradas e saídas, o controle do estoque, pagamentos realizados, contas a receber, enfim, os dados são registrados para posteriormente auxiliarem nos cálculos e também análises.

São aspectos importantíssimos nas tomadas de decisões e também no planejamento financeiro, ou seja, vale a pena você sempre investir nesse quesito.

Outra dica é sempre manter o controle em dia, ficando atento aos dados e também nos números apresentados de acordo com as vendas, custos fixos, variáveis e margem de contribuição.

Assim, certamente o break even point de sua empresa apresentará valores que poderão ser superados mês a mês, fazendo com que o seu negócio cresça e trace metas mais audaciosas. Afinal, o ponto de equilíbrio auxilia na sobrevivência, mas é preciso ir além para sempre obter a lucratividade.

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Por que e como calcular o payback da sua empresa?

Em quanto tempo terei o retorno do capital que vou investir no negócio? Essa é uma pergunta frequente entre empreendedores que estão começando um negócio ou pensando em abrir uma franquia de sucesso. A boa notícia é que existe uma forma simples de responder a esta pergunta utilizando o payback.

Com esse indicador, o cálculo é fácil de ser feito, já que informa com precisão em qual momento a lucratividade será proporcional e compensará o valor investido inicialmente. Já ouviu falar nessa ferramenta? Quer entender como calcular o payback do seu negócio? Continue a leitura desse artigo e fique por dentro!

O que é e qual a importância do payback?

Payback significa, literalmente, “retorno”. De forma bem simples, essa é uma ferramenta que permite calcular quanto tempo é necessário para que uma empresa obtenha o retorno sobre o dinheiro que foi investido na sua criação ou na implantação de um determinado projeto, por exemplo.

É um indicador muito importante que ajuda, de forma simples e precisa, como estimar um capital de giro necessário para a empresa se manter enquanto não tem a lucratividade esperada. Assim, também auxilia na tomada de decisão sobre investir, o quanto e quando investir, e como fazer o planejamento financeiro da empresa.

Como calcular o payback da sua empresa?

Existem duas formas de calcular o payback, utilizando o método simples e o descontado. Nas duas maneiras é utilizada a fórmula: investimento inicial/ganho do período. Ou seja, divide-se o valor que foi investido pelo ganho no período em que se deseja calcular o retorno. Vamos a um exemplo, inicialmente, do método simples.

Payback simples

Imagine que uma fabricante de aparelhos de som gaste R$ 300 na fabricação de cada peça e queira reduzir esse custo em 10% ao investir em uma tecnologia que custará R$ 500 mil. A tecnologia tem custo elevado, mas vai garantir economia de custo por unidade, levando em consideração que a empresa produz 10 mil itens por mês.

A conta será a seguinte:

  • R$ 300-10% (custo por produto menos percentual a ser economizado) = R$ 270 por unidade. Ou seja, R$ 30 de economia.
  • Agora, calculamos o valor a ser investido na tecnologia e dividimos pela economia por unidade: R$ 500 mil/R$ 30= 16.666 mil.

Já que a empresa produz 10 mil itens por mês, para calcularmos em quantos meses a empresa produzirá as 16.666 mil unidades para ter o retorno sobre o investimento de R$ 500 mil, faremos o seguinte cálculo:

  • 16.666/10.000 =1,66 mês. Ou seja, em pouco mais de um mês a companhia já terá o valor investido para redução de custo por item fabricado.

Payback descontado

O método descontado leva em conta o valor do dinheiro no tempo e o fluxo de caixa da empresa com as taxas de desconto, o que torna o cálculo mais detalhado. Para realizar esse cálculo, é só fazer esse mesmo procedimento inicial e, a partir daí, subtrair pela taxa de desconto que for obtida no fluxo de caixa.

Quais as vantagens desse indicador?

Além de ter uma fórmula simples e fácil de ser aplicada, o payback também informa qual o risco do projeto ou da abertura da empresa, qual a segurança do negócio. Afinal, você saberá exatamente se terá, e em quanto tempo, o retorno sobre o valor investido. A partir disso, poderá elaborar seu plano de negócios, visando ao crescimento da empresa.

Neste artigo, tratamos da importância de entender o que é e como calcular o payback e isso já não deve ser mais uma dúvida para você, certo? Todo modelo de negócio, já existente ou ainda em fase de implantação, deve contar com ferramentas e técnicas eficazes que podem auxiliar no melhor planejamento e na redução de erros e falhas.

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Marketing de serviços: o que é e como usá-lo na sua franquia?

Se você é empreendedor, gosta de acompanhar o mercado e entender sobre administração e marketing, deve conhecer uma frase que diz “A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho“. Esse era o pensamento de Peter Drucker, que foi um professor e escritor considerado uma das principais personalidades da administração.

E por que citamos essa frase? Porque ela define muito bem o conceito de do que é marketing de serviços. Você sabe convencer o seu cliente de que é bom naquilo que faz? Ou melhor, você o conhece o suficiente para atraí-lo, encantá-lo e propor estratégias para que ele se fidelize e indique você para outras pessoas? Ficou na dúvida? Continue a leitura para entender mais!

O que é o marketing de serviços?

Para entender esse conceito, é importante ter clara a definição do que é marketing: é o estudo do mercado. Enfatizando um pouco mais, é aprender sobre o mercado para saber como aproveitá-lo e elaborar melhor as estratégias de venda e de relacionamento com os clientes.

Por meio do marketing, as empresas podem traçar objetivos para promoção, distribuição, comunicação e retenção de seus consumidores a fim de atrair, conquistar e fidelizar seu público e, consequentemente, ganhar espaço no mercado.

Entendida essa definição, vamos para a área do marketing de que estamos tratando neste artigo, o marketing de serviços. Essa expressão conceitua uma série de técnicas para promover, divulgar e vender serviços da sua empresa, que são os bens intangíveis (e não produtos em si). Lembra de quando falamos em entender o cliente e encantá-lo? O marketing de serviços tem essa premissa.

Qual a importância dele para as franquias financeiras?

A empresa que aposta em um marketing de serviços bem-feito é capaz de ofertar um diferencial competitivo e criar um relacionamento saudável e duradouro com seus clientes. É por meio dessas ações que é possível conhecer quem é o seu cliente, do que ele precisa, qual valor o seu serviço tem para ele e de que maneiras você pode oferecê-lo e, ao mesmo tempo, encantar e reter seu público.

Como aplicá-lo em sua franquia?

O marketing de serviços utiliza alguns pilares básicos que vão além dos 4 P’s tradicionais do marketing. Nesse caso, são acrescentados outros quatro importantes conceitos que fazem toda a diferença para entendermos exatamente o ponto fundamental dessa área da estratégia mercadológica. Vamos explorar os seus 8 P´s!

1. Produto

Como estamos falando de serviços, você pode estar se perguntando “produto?”. Acontece que esse termo aqui vai além do conceito tradicional de produto visto com objeto, como algo tangível. Nesse sentido, estamos tratando do valor agregado do que é prestado ao cliente.

Vamos citar um exemplo utilizando o marketing para franquias. Pense nas seguintes perguntas: do que meu cliente precisa neste momento? O que este empréstimo vai fazer pela vida dele? Quais sonhos serão realizados? Quais problemas serão solucionados com a ajuda deste financiamento de que ele precisa? Que “produto” posso oferecê-lo para resolver determinada situação?

2. Preço

Aqui deve estar claro o quanto vale o seu serviço. Quanto tempo você, seus parceiros e sua equipe se dedicaram para oferecer o que oferecem? Além de ter que levar em conta o seu lucro, neste pilar também estão embasados o custo do seu serviço e como você pode repassá-lo ao cliente satisfazendo também a necessidade dele.

3. Praça

Onde você vende ou vai vender seu serviço? É o campo de atuação, o espaço em si e as formas pelas quais o serviço pode ser explorado. Será por meio de loja física ou pela internet? Será em uma pequena cidade, onde não há concorrência, ou em uma capital com bastante oferta? Isso deve ser levado em consideração na hora de traçar as melhores estratégias.

4. Promoção

Diferentemente do que vemos no varejo, a promoção em marketing de serviços é a divulgação do serviço em si. Pense em como você vai disseminá-lo, em quais meios vai utilizar. Será por meio de posts no Facebook e Instagram? Via anúncios em jornais, revistas ou pela internet? Vai realizar uma ação na loja para atrair clientes e encantá-los? É só usar a criatividade!

5. Pessoas

Quem são os profissionais envolvidos nas ações de marketing da empresa? São todas as pessoas que atuarão ao seu lado na promoção da prestação de serviços. Mas, muito além de escolher essas pessoas, o mais importante é saber engajá-las e envolvê-las para que elas se motivem a oferecer a excelência aos clientes e sintam vontade de vestir a camisa do empreendimento em prol dos resultados.

6. Produtividade

Está aí um pilar que pode ser entendido com um desdobramento do tópico anterior. Uma equipe comprometida e feliz com seu trabalho tem muito mais chances de ser produtiva e entregar a excelência aos seus clientes. Não adianta nada atrair e encantar seu público se na hora da entrega sua empresa deixa a desejar, concorda?

7. Prova

A prova diz respeito à capacidade de provar que seu serviço tem qualidade. Aqui as evidências são cruciais para passar a credibilidade da empresa e podem ser: reputação no site, comentários dos clientes sobre a organização, compartilhamento de conteúdos por parte deles ou ainda uma boa comunicação visual que seja capaz de causar boa impressão em quem está no local.

8. Processos

Se referem ao fluxo de trabalho interno, à metodologia utilizada para que cada atividade seja feita dentro da empresa. Isso conta muitos pontos quando o processo é realizado de forma transparente, pois, quando o cliente entende cada etapa, que cada procedimento é realizado pensando em entregá-lo o melhor, ele se torna seu parceiro e passa a enxergar a marca de uma forma mais íntima.

O marketing de serviços é uma ótima ferramenta para elaborar as melhores ações e promover o crescimento do seu negócio de forma saudável. Aposte em cada uma dessas dicas acima, pense em soluções estratégicas, engaje sua equipe e aguarde os resultados.

Gostou deste post? Então aproveite a visita e conheça algumas dicas de como fidelizar seus clientes.

Gerenciamento de crise: dicas inteligentes para o seu negócio

Geralmente, gestores e empresários não trabalham pensando na possibilidade de algo dar errado e causar impacto negativo nas empresas. Sendo assim, o gerenciamento de crise é muitas vezes inexistente nas organizações, causando prejuízos até mesmo difíceis de serem calculados.

Por isso, é primordial estar preparado e com equipe treinada para agir com rapidez e evitar maiores problemas. Esperar que os problemas aconteçam para depois correr atrás e solucioná-los é trabalhar contra os próprios negócios. Vamos conhecer mais sobre gerenciamento de crise e saber algumas dicas de gestão para sua franquia? Confira a seguir.

Saiba qual é a importância do gerenciamento de crise

Inicialmente, você sabe o que é gerenciamento de crise? São ações conjuntas que identificam os locais e situações que possam trazer riscos para as empresas caso ocorra algum problema. Desse modo, é necessário desenvolver boas práticas para evitar que elas aconteçam ou então reduzir ao máximo os prejuízos que podem provocar.

Para entender melhor, vamos exemplificar: a Johnson & Johnson teve algumas cápsulas de Tylenol envenenadas por alguém de fora da empresa. Isto provocou a morte de sete pessoas. Ao saber do ocorrido, o departamento de gerenciamento de crises do laboratório recolheu todos os medicamentos imediatamente, mas, mesmo assim, teve uma perda de US$ 100 milhões.

O impacto não foi maior porque a empresa tem grande credibilidade no mercado. Desde que seja bem-estruturada, a previsão de uma crise traz inúmeras vantagens à franquia, como:

  • diminui o impacto do fato interna e externamente;
  • permite uma ação ágil e eficaz;
  • preserva a imagem da empresa no mercado;
  • evita que problemas parecidos se repitam;
  • demonstra o respeito que a empresa tem com a sociedade e acionistas;
  • impulsiona as equipes de trabalho;
  • melhora as chances de sobrevivência do negócio.

Conheça dicas inteligentes para realizar esse processo

Faça um diagnóstico do que aconteceu

Se nada tiver ocorrido, faça o gerenciamento de risco vislumbrando alguns cenários e desenvolva planos de ação para serem praticados. Proponha soluções para possíveis fatos desde a produção, prestação do serviço até o envolvimento de parceiros.

O objetivo é manter a franquia segura e em atividade, além de garantir os recursos financeiros, humanos e tecnológicos para serem usados a qualquer momento. Porém, caso tenha acontecido algo, verifique todas as informações, entre em contato com o responsável pelo fato e entenda o que houve para definir as melhores ações a serem realizadas.

Crie um plano de ação para solucionar o problema

Seja proativo e já tenha um plano de ação, uma equipe definida para gerenciar a crise o mais rápido possível e metas SMART elaboradas para atingir os objetivos propostos. Dê a eles todas as informações e disponibilize recursos e ferramentas necessárias para que os profissionais realizem seu trabalho com eficiência.

Aprenda com o erro

Levante todos os erros que causaram o fato para que a franquia avalie de forma madura e trabalhe na prevenção. Demonstre a situação para os envolvidos e compare como ela foi tratada no planejamento. Em seguida, melhore a ação e mantenha todos preparados, caso ocorra novamente.

Aja de forma rápida

O gerenciamento de risco começa no plano de negócios para que ações sejam realizadas rapidamente visando à redução dos impactos negativos. Por isso, é preciso identificá-lo usando ferramentas e aplicativos que auxiliam no acompanhamento dos dados da franquia. Isso permite encontrar falhas, além de otimizar o trabalho.

Resumindo, os empresários precisam ter uma mudança de mindset frente às crises e erros para que suas ações sejam estratégicas e positivas tanto à empresa quanto à sociedade. Afinal, o gerenciamento de crise é indispensável e garante segurança e bem-estar aos colaboradores, clientes, parceiros e demais envolvidos.

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Como fazer sua empresa crescer de forma sustentável?

Você já investiu em uma franquia e pretende abrir a segunda unidade, mas não sabe como fazer sua empresa crescer para conseguir isso? Um dos caminhos é avaliar o plano de negócio e a situação financeira da empresa para planejar a ampliação.

Esse é um dos processos, pois a franquia enfrentará desafios para se desenvolver e não poderá perder a qualidade dos produtos ou serviços. Com certeza, muitas dúvidas vão surgir ao longo do percurso, mas tudo pode ser feito em etapas para trazer mais segurança. Confira as principais dicas para que sua franquia cresça com planejamento estratégico e a filial comece com sucesso.

Entenda a importância do crescimento sustentável

Quando um empreendedor investe em um negócio e mantém as finanças dele saudáveis, a tendência é querer expandir sua franquia. Contudo, isso deve ser feito de maneira planejada, organizada e sustentável a fim de que haja melhora nos resultados, mais contratos firmados e metas de vendas alcançadas. Caso contrário, o crescimento da empresa provocará problemas e prejudicará as operações de forma geral, principalmente nas finanças.

Logo, o crescimento necessita de um planejamento focado na sustentabilidade do negócio para que sua expansão não prejudique os lucros, a qualidade dos produtos ou serviços nem o desempenho a médio e longo prazo.

Dessa forma, a franquia terá longevidade e um ambiente favorável para outros investimentos. Afinal, ela trabalhará visando à gestão dos custos e à otimização dos recursos em inovação de processos e produtos.

Veja dicas de como fazer a franquia crescer

Use a internet de forma estratégica

Independentemente do tamanho da franquia, conheça e invista em softwares e aplicativos que auxiliarão nos procedimentos da loja. A ideia é crescer, certo? Então, nada melhor do que manter a casa organizada com um gerenciamento atualizado e otimizado para ampliar a marca com sucesso.

Faça parcerias interessantes

Para uma empresa crescer, ela deve fazer parcerias com fornecedores comprometidos com a qualidade e desenvolvimento da franquia. Se ninguém anda sozinho na vida, no mundo corporativo, muito menos, pois as parcerias são como uma engrenagem em que um impulsiona o outro para cima quando todos trabalham dentro da seriedade e ética empresarial.

Utilize ferramentas de gestão e organização

Para uma franquia se expandir, ela não pode perder a competitividade, por isso o recomendado é trabalhar com indicadores de resultados como a análise SWOT, 5W2H, programa 5S a fim de monitorar a performance do seu negócio.

Porém, é preciso ter uma base de dados atualizada, segura e bem-alimentada para que as métricas ofereçam resultados confiáveis. Essas informações se transformam em números, índices, níveis para serem avaliados. Assim, as decisões tomadas são mais acertadas, inclusive para corrigir erros e estabelecer melhorias nos procedimentos.

Aumente a base de clientes

Um negócio pode alavancar mesmo não tendo um aumento no número de clientes. Você pode melhorar os produtos ou serviços agregando valor a eles, o que elevará os preços. No entanto, é mais garantido que o volume de consumidores aumente para que haja um crescimento empresarial.

Desse modo, conheça seu público a fundo, identificando fatores como por que compram o produto, quanto tempo retém os clientes, quais seus gostos etc. Descubra seus pontos fortes e fracos para estabelecer uma estratégia a fim de reforçar os aspectos positivos e corrigir os negativos de sua marca. Isso atrairá mais consumidores, principalmente pelo boca a boca e pelas ações de marketing.

Ao se questionar sobre como fazer sua empresa crescer, se recorde de que o princípio está no plano de negócio. A partir dele, determinará as estratégias e ações a serem realizadas.

Por fim, para complementar o seu conhecimento, indicamos que saiba mais sobre as metas SMART, as quais poderão auxiliar no desenvolvimento da sua franquia.

Como fazer uma boa administração do capital de giro?

Fazer uma boa administração do capital de giro é essencial para a sobrevivência do negócio. No entanto, essa tarefa ainda é um desafio para muitos empreendedores, que costumam misturar o dinheiro da empresa com o orçamento pessoal.

Por isso, é comum que empresas recorram a financiamentos e empréstimos para quitar dívidas ou investir no crescimento do negócio. Mas, com um bom planejamento e disciplina, é possível que a empresa arque com suas contas sem depender de empréstimos.

Neste artigo, vamos falar sobre a importância da administração de capital de giro e dar dicas de como realizar essa tarefa. Confira!

Importância da administração do capital de giro

Ter um capital de giro equilibrado é importante para que uma empresa consiga suprir suas necessidades operacionais, garantir sua estabilidade e ainda fazer investimentos para o crescimento do negócio.

É esse quesito que vai garantir a sobrevivência da empresa no mercado, pois se uma companhia não consegue se sustentar com seus próprios recursos, precisa recorrer a ajuda de terceiros. Dessa forma, ela acumula dívidas que atrapalham o andamento do negócio.

Dicas para uma administração do capital de giro efetiva

Agora que você sabe a importância da boa administração do capital de giro, está na hora de entender como fazer isso corretamente. A seguir, vamos dar algumas dicas para fazer a gestão do dinheiro da empresa sem erro.

Controle as contas a receber e a pagar

Hoje em dia, as empresas só sobrevivem com vendas a prazo. Por isso, é importante ficar de olho nas contas a receber, pois elas têm papel fundamental para manter o caixa da empresa com saldo positivo. Caso as contas sejam pagas com atraso ou não sejam recebidas, o negócio pode ficar com saldo negativo.

Registre todas as movimentações financeiras

Criar uma planilha ou lançar em um sistema de CRM todas as movimentações financeiras é imprescindível para uma boa administração de capital de giro. Isso porque, quando esse controle não é feito, você não consegue saber quanto dinheiro está entrando e saindo do caixa. Dessa forma, as contas ficam desorganizadas e a empresa pode ter sérios prejuízos financeiros.

Faça a projeção do fluxo de caixa

O fluxo de caixa é feito com base nas informações de entrada e saída de dinheiro da empresa. Já a projeção de caixa tem a mesma estrutura, porém, é feito com estimativas de entrada e saída de dinheiro que afetarão o fluxo de caixa do negócio.

Fazer a projeção do fluxo de caixa é uma importante ferramenta na tomada de decisões. Isso porque, com base nas informações, você fica ciente se a empresa terá condições de arcar com compromissos financeiros em determinado período.

Crie relatórios do capital de giro

Outro ponto importante que não deve ser ignorado é ter o hábito de criar relatórios do capital de giro da empresa. Nele, devem ser inseridos detalhes sobre as estratégias e informações obtidas. O relatório é essencial para que você consiga acompanhar a saúde financeira do negócio.

Como você viu, fazer uma boa administração do capital de giro da empresa não é tão difícil quanto parece, mas é necessário planejamento e disciplina. Além de melhorar a gestão financeira da empresa, esse trabalho vai ajudar seu negócio a crescer.

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O que o filme “Fome de Poder” ensina sobre o sucesso?

Assistir a filmes, além de ser um momento de lazer e relaxamento, é uma excelente oportunidade para aprender sobre diversos temas e fazer reflexões. E isso também acontece no mundo dos negócios. Um longa-metragem que todo empresário deveria assistir para ter lições de como administrar uma empresa e várias outras sobre sucesso é o filme Fome de Poder.

A obra conta a história por trás da gigante McDonald’s, rede de franquias de restaurantes presente no mundo todo, e como o sucesso foi alcançado por Ray Kroc (Michael Keaton), criador da marca que vislumbrou a expansão da pequena lanchonete criada pelos irmãos McDonald’s no interior da Califórnia, Estados Unidos. Quer conhecer um pouco mais sobre essa história? Continue conosco e boa leitura!

Que lições sobre sucesso podemos aprender com Fome de Poder?

Apesar de dividir opiniões pelo fato de o personagem principal ter atitudes questionáveis como empreendedor, o filme deixa boas lições, sobretudo sobre ética e respeito ao próximo. Sim, há erros cometidos por Ray Kroc que também deixam ensinamentos do que não fazer em nome do sucesso. Mas, por ora, vamos focar nos bons aprendizados trazidos pelo drama.

Não existe idade certa para empreender

Ray Kroc era um vendedor fracassado que vivia rodando cidades em busca de clientes, quase sempre sem sucesso. Até que um dia, ao realizar uma venda, ele se deparou com um restaurante que oferecia um serviço totalmente diferenciado dos drive-in existentes naquela época. Visionário e já com mais de 50 anos, Kroc enxergou no serviço dos irmãos McDonald’s uma excelente oportunidade de negócios e ascensão no mercado.

Conheça bem seus produtos e clientes

Entender o diferencial competitivo foi o pontapé para Kroc alavancar o negócio. À época, as lanchonetes contavam com atendentes que iam de patins até os carros dos clientes, promovendo um ambiente nada familiar. E isso não acontecia no restaurante dos dois irmãos.

Com atendimento muito rápido, as pessoas iam até o caixa, pagavam um valor justo por seus lanches e retiravam ao lado, com a mesma agilidade que recebiam seus trocos. Isso deixou Kroc surpreso e, ao comprar seu lanche e ficar satisfeito com o formato adotado, ele percebeu que o que atraía os clientes era a agilidade e a comida de qualidade em um ambiente mais agradável e familiar.

É preciso ter a mente aberta para as mudanças

No filme Fome de Poder, os irmãos McDonald’s já tinham tentado promover o desenvolvimento da rede, mas não obtiveram êxito e, por isso, se fecharam para novas oportunidades. Isso contribuiu para que alguém mais ousado e visionário como Kroc, ao enxergar a oportunidade, não hesitasse e apostasse alto no modelo de negócio. E, como sabemos, a rede se transformou na gigante que é hoje devido à sua coragem.

É importante persistir

Já que falamos em coragem, outra palavra que define a personalidade de Kroc como empreendedor é a persistência. O personagem, ainda como vendedor, não desistia do seu trabalho e se esforçava para vender as máquinas de fazer milk-shake. E foi em uma dessas vendas que ele descobriu o McDonald’s.

Mesmo depois, já como dono da rede, ele ficou muitos anos sem obter lucros, devido à falta de planos de ação bem elaborados. Mas não desistiu! Mudou de estratégia, recomeçou, apostou e com muito esforço, paciência e persistência, finalmente o seu negócio deslanchou.

Viu quantos ensinamentos o filme Fome de Poder traz e como são muitas as histórias de superação no mercado para, enfim, alcançar o retorno e o reconhecimento esperados? É fundamental ter coragem, mente aberta e muita garra para vencer os desafios.

E você, já conhecia o filme? Compartilhe esses ensinamentos com outras pessoas nas suas redes sociais e tire bom proveito das dicas!

Retorno sobre investimento: o que é o ROI e como calcular?

Tanto ao começar um negócio do zero quanto ao abrir uma franquia, uma das principais dúvidas que surgem é se o investimento no negócio vai dar lucro. A boa notícia é que existem formas de calcular se o valor que aplicou gera ou não um retorno satisfatório.

Uma das maneiras mais eficazes é realizar um cálculo chamado ROI (Retorno Sobre o Investimento). Fizemos este post para mostrar como ele funciona, para que serve e como utilizá-lo em seu empreendimento. Boa leitura!

O que é ROI?

Esse termo surgiu de Return on Investment e é uma métrica muito importante para ser utilizada pelo empreendedor, visto que é capaz de mostrar com exatidão quanto ganhou (ou perdeu) em relação ao valor investido inicialmente.

É fundamental que esse cálculo seja acompanhado regularmente a fim de saber se o resultado que a empresa tem ao vender um produto ou prestar um serviço é maior, menor ou igual à quantidade de recursos que precisa investir. A partir disso, é possível fazer um planejamento financeiro empresarial e perceber se as contas do negócio estão saudáveis.

Qual a função do ROI em um negócio?

O ROI, quando gerido de forma eficiente, serve para indicar o caminho que deve ser seguido pela companhia. Ele mostra exatamente qual é o impacto do negócio e o quanto de lucro obteve em relação ao que foi investido no capital inicial da empresa.

Além disso, contribui para o posicionamento de mercado, pois oferece avaliação do impacto do negócio para futuros investidores. Desse modo, auxilia no controle do fluxo interno, como na elaboração de estratégias e na gestão dos processos de cada setor, como veremos mais adiante.

Como o ROI se difere do ROE, do Payback e de outros índices?

No início deste texto, falamos que existem formas de se calcular o retorno obtido em um negócio, certo? Outras ferramentas para medição do desempenho da empresa é o ROE. O nome e a sigla são parecidos com que estamos tratando, mas trata-se de um índice de rentabilidade que apura o Retorno Sobre o Patrimônio, do inglês Return on Equity.

Ele serve para comparar o retorno de uma empresa com a de outras do mesmo segmento e para a mensuração da rentabilidade do valor agregado à companhia por meio do investimento feito pelos acionistas. A partir dele, os sócios conseguirão saber se está valendo a pena ou não manter o negócio e se o risco compensa.

Outro índice é o Payback, indicador tão importante quanto o ROI e o ROE. A diferença é que ele mede o tempo de retorno do investimento, revelando quanto tempo a economia feita ou o lucro obtido em uma aplicação leva para equivaler ao valor aplicado.

Enquanto o ROI é medido pelo percentual do custo-benefício do investimento, o Payback é realizado por medidas de tempo — como meses ou anos — e indica em qual prazo você terá o seu lucro. Por exemplo, caso precise de retorno rápido e o Payback apresente resultados em longo prazo, você já saberá que deve adotar outras medidas para ter o resultado dentro do tempo que deseja.

Ainda temos o ROA, que é o Retorno Adicional sobre o Investimento. É um indicador que representa o retorno sobre o capital aplicado inicialmente em um determinando período de tempo. Ele informa se a margem será aumentada de acordo com a lucratividade ou com a diminuição de custos e despesas internas.

Como calcular o ROI?

O ROI é calculado por uma fórmula bastante simples. Em primeiro lugar, subtraímos o ganho obtido com o investimento inicial pelo total que foi aplicado e, depois, dividimos o resultado pelo valor investido inicialmente. A fórmula é essa:

(Resultado da aplicação – Investimento inicial) / Investimento inicial

Por exemplo: se o resultado obtido foi de R$60 mil e o investimento inicial foi de R$20 mil, o cálculo seria este: (60.000 – 20.000) / 20.000 = 2. Quando o resultado é positivo, significa que o retorno foi maior que a quantia aplicada — nesse caso, 200% de lucro.

É importante ressaltar que, para o ROI ser realista, é necessário incluir todas as despesas e custos derivados de todo o processo, por menores que eles sejam, assim como o tempo do investimento.

Vale informar que em livros de contabilidade e finanças existem também outras metodologias alternativas para se calcular o ROI, que variam entre mais simples e mais complexas, dependendo da finalidade do cálculo e de qual será a tomada de decisão. Contudo, essa é a fórmula convencional e mais fácil de ser aplicada ao negócio.

Em quais situações é importante usar o ROI como métrica?

Além do resultado sobre o investimento no negócio, esse indicador pode ser utilizado para acompanhar os números das ações internas propostas pela empresa em cada departamento. Como o cálculo para o alcance das metas comerciais, para controle e cortes de gastos, do desempenho financeiro da companhia e para as ações de marketing.

A publicidade e o marketing são alguns dos setores mais importantes cujos resultados podem ser medidos pelo ROI. Por exemplo, se você investiu R$10 mil em campanhas publicitárias para lançamento de um produto ou serviço, mas obteve resultados que não arcam com esse valor, é hora de pensar em estratégias diferentes que podem ser elaboradas a partir dos números apresentados pelo indicador.

Para tomar qualquer medida importante na empresa, o ROI é essencial. Inclui-se aí os planos de expansão, automatização e otimização de processos, aumento da produtividade, contratação de pessoal e reestruturação interna. Ou seja, não se trata apenas de uma ferramenta para analisar as finanças.

É possível tirar proveito dos dados gerados por esse indicador para ter insights e embasar as tomadas de decisões para o futuro do negócio. Apesar de o retorno sobre o investimento ser um cálculo simples, deve ser medido e acompanhado com frequência para que ofereça resultados eficazes.

Agora que você conseguiu entender como calcular o ROI e viu como essa ferramenta simples é importante para a sua empresa, o que acha de compartilhar este post nas redes sociais e ajudar outras pessoas?