Por que investir em uma franquia financeira? Descubra as vantagens

Muitos brasileiros têm o sonho de abrir o próprio negócio e deixar de ter um chefe. E como empreender não é uma tarefa muito fácil, e muitos têm medo de começar e dar tudo errado, existe uma boa opção: investir em uma franquia.

A franquia é uma solução para quem deseja arriscar, mas com a consciência e a segurança de que aquele negócio está dando certo. Então, o ideal é seguir o modelo que está já presente no mercado. Porém, pode surgir a indecisão: em qual tipo de franquia é interessante investir?

Essa é uma dúvida bastante comum entre os empreendedores e, por isso, vamos explicar o motivo pelo qual uma franquia financeira é um bom negócio para você. Continue a leitura deste artigo para entender!

O que é uma franquia financeira e como ela funciona?

Uma franquia financeira é uma empresa do setor econômico que oferece serviços como empréstimos, financiamentos, consórcios, consignados e crédito pessoal. Na grande maioria dos casos, seus clientes são pessoas físicas, principalmente das classes B e C.

Este é um modelo de negócio que tem tornado mais fácil o acesso ao crédito às pessoas comuns, realizando seus objetivos, pois, até poucos anos, esse alcance só era possível quando se recorria a grandes instituições financeiras.

As franquias financeiras atuam como intermediadoras entre instituições e clientes, facilitando para que ambos consigam efetivar os seus objetivos. Esse modelo de negócio conta com o respaldo de empresas que, muitas vezes, já têm um nome forte no mercado.

Por que investir em uma franquia financeira?

O modelo de franquia, por si só, já se mostra um bom negócio para empreendimentos, pois o novo empresário entra para o mercado contando com o reconhecimento, a confiança e credibilidade de uma rede. Além disso, no segmento financeiro, abrir uma franquia tem seus vários benefícios. Confira alguns que listamos!

Baixo investimento

Um dos pontos positivos de investir em uma franquia financeira é que ela não requer altos investimentos como aluguéis caros de salas e condomínios em locais estratégicos. Você pode ter uma sala ou um ponto modesto em que seja possível começar, com valores a partir de R$40 mil.

Além disso, como a franquia funciona como uma intermediária entre financeira e cliente, não há necessidade de ter estoques, não exige grande maquinário e uma estrutura além daquela ideal para realizar serviços de forma rápida e atendendo bem ao cliente.

Sem sazonalidade

Todos os dias e durante todo o ano as pessoas procuram por crédito para realizar seus sonhos e objetivos. Com isso, os serviços financeiros não dependem de época certa para acontecer ou apresentar bons resultados, como no comércio, por exemplo.

Outro fator importante que se relaciona com essa vantagem é que, atualmente, existem no país mais de 8 milhões de microempreendedores individuais e este número só vem aumentando. Somente nos últimos cinco anos, ele cresceu em mais de 120%, segundo o Portal do Empreendedor.

E você não tem dúvidas de que, quanto mais empreendedores estão surgindo no Brasil, mais pessoas estão saindo da informalidade e mais aumenta a procura por crédito e financiamento próprio, não é mesmo?

Alta rentabilidade

Por estar sempre em alta, a oferta de crédito se torna uma solução vantajosa para os donos da franquia, pois, além de não ter tempo ruim para o tipo de negócio, quem realiza os empréstimos e financiamentos é a associação bancária. Ou seja, esse é um negócio promissor.

Então, o gasto por parte do empreendedor é com despesas internas, contratação de pessoal e com o local onde a empresa irá funcionar, depois de estabelecida, a instituição conseguirá gerar fluxo de caixa e ter o retorno esperado.

Rápido retorno

Com a facilitação do acesso a crédito à população e pelo tipo de serviços que são oferecidos, há crescente procura, ocasionando o retorno rápido do valor investido. Os serviços são ofertados como uma alternativa para fugir da morosidade dos grandes bancos, então, a franquia oferece o crédito de maneira rápida e menos burocrática.

Uso de marca já consolidada

Essa é uma das principais vantagens quando o assunto é franquia, principalmente que oferece serviços financeiros, pois os clientes gostam de procurar por marcas já reconhecidas no mercado e sabem que são empresas fortes, aumentando as suas chances de relacionamento e, consequentemente, de vendas. A marca já entrega valor e confiança para seus clientes.

Suporte contínuo

Outro fator que atrai muitos investidores para empreenderem com franquias financeiras é o fato de poderem contar com suporte da franqueadora sempre que for preciso, tendo mais segurança e comodidade para eventuais emergências.

Treinamento especializado

Além do suporte e assistência ao parceiro franqueado, muitas franqueadoras também oferecem treinamentos específicos para que o processo e o modo de trabalho seja seguido pelas empresas, adotando uma linha única de atendimento.

Este é um diferencial, pois os clientes apreciam quando são oferecidos bons modelos de atendimento e que se tornam referência de excelência pelo mercado.

Consultoria e plano de negócios

Quando uma franqueadora investe realmente nos seus parceiros que abrirão suas franquias, ela oferece sua experiência de mercado, contribuindo para uma melhor orientação ao empreendedor, que é novo no mercado.

Também oferece auxílio para elaboração do plano de negócio proposto pela empresa, para melhor segurança e controle dos resultados em prol do sucesso das franquias. São analisados, em conjunto, os números e propostas ações de melhorias, em caso de necessidade.

Entendeu como uma franquia pode lhe trazer inúmeras vantagens em relação a abrir um negócio totalmente do zero? O ideal é que você estude o mercado, entenda como está a economia da sua cidade e pesquise bastante antes de abrir sua empresa, independentemente do nicho que escolher.

Contudo, com as vantagens acima, você já conseguiu perceber os motivos pelos quais uma franquia financeira pode ser a resposta para seus questionamentos e o melhor negócio para você, certo?

Quer tirar outras dúvidas e conversar com especialistas para entender ainda mais como funciona o mercado de franquias e, principalmente, as franquias que lidam com serviços financeiros? Entre em contato conosco! Será um prazer ajudá-lo!

Mulheres lucram mais que os homens investindo em franquias

empreendedorismo feminino ganha cada vez mais destaque no país, promovendo transformações na sociedade e na economia. Não é a toa que, hoje, as mulheres já representam aproximadamente metade de toda a força de trabalho existente no Brasil. De acordo com o governo federal, três em cada quatro lares são chefiados por mulher, e 41% delas têm o seu próprio negócio.

De olho nos resultados crescentes do setor de franquias e na maior segurança por investir em um negócio já consolidado, o público feminino vem apostando nesse tipo de empreendimento.

Segundo o estudo “Liderança Feminina no Franchising”, realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), hoje, as mulheres representam 48% dos franqueados no Brasil. Ainda de acordo com a pesquisa, as franquias sob o comando feminino podem ter faturamento até 30% maior em relação ao público masculino.

Para Lucien Newton, diretor da Loja de Franquia, empresa que tem como objetivo proporcionar o crescimento empresarial via franchising, as mulheres se sentem mais confortáveis nesse modelo de negócio, o que pode ser uma justificativa para o sucesso. “Hoje, 60% dos clientes que nos procuram para investir em franquias são mulheres.”

Já Douglas Andrade, gerente de rede de franquia Empresta Bem Melhor, que atua no mercado de crédito, acredita que um dos motivos para o crescimento do lucro nas franquias comandadas por mulheres é a característica que somente esse público apresenta. “Em nosso segmento, é necessário foco e presença, além de paciência. As mulheres em geral conseguem lidar com todas essas necessidades e ainda mantêm o espírito de liderança aceso para comandar e gerar resultados”, ressalta.

Priscila de Carvalho Magalhães trabalhava como gerente, mas quando viu uma oportunidade para crescer profissionalmente, decidiu abrir uma franquia. “Trabalhei na Empresta desde 2010. Devido ao lançamento do canal de franquia pela Empresta, pedi demissão e adquiri a minha, em 2014. Hoje, sou proprietária de duas unidades, uma no Barreiro Industrial, em Contagem, e outra no Barreiro”, conta.

Para a empresária, “franquia reduz os riscos no negócio, pois a franqueadora disponibiliza conhecimento e suporte para seus franqueados”. Ela também comenta os bons resultados. “No primeiro mês de abertura, já conseguimos gerar receita suficiente para realizar os pagamentos das despesas fixas. Com menos de um ano, já tínhamos recuperado o nosso investimento. E, neste ano, o faturamento cresceu 25% no primeiro semestre, comparado com o mesmo período de 2018.”


DESAFIOS


Depois do nascimento do segundo filho, a empresária Jaciana Magalhães Costa decidiu deixar o emprego, mas precisava de uma fonte de renda, em algum trabalho em que fosse possível conciliar com a maternidade.

“Optei pela franquia, por oferecer um risco baixo, uma vez que o modelo de negócio que é repassado ao franqueado já foi testado, com sucesso, por seu franqueador. Assim, o franqueado adquire uma empresa bem estruturada, recebendo todo o suporte para assegurar o sucesso do negócio”, lembra a franqueado do Planeta Imaginário.

No começo, ela conta que enfrentou dificuldades. “Meu principal desafio foi alcançar um público infantil dentro de um shopping com mix totalmente voltado para adultos. E desafiante também, alinhar a equipe para que trabalhe com excelência, sempre fidelizando o cliente”. Ela conta que, mesmo com as dificuldades iniciais, vem conseguindo bons resultados. “A franquia tem me ajudado a adquirir minha independência financeira”, revela, animada.

Outro exemplo é Silvia Pires, empreendedora franqueada da rede Blue Sol – Energia Solar, em Araraquara, interior de São Paulo. Ela começou o negócio há um ano e meio.

“A ideia surgiu após estudar bastante o plano de negócios e entender que empreender envolve desafios que vão muito além da habilidade técnica e aporte financeiro. Por isso, optei por um modelo de franquia que possibilitou iniciar o meu negócio de forma consistente para permanecer no mercado e crescer”, revela.

Para Sílvia cada barreira vencida é um aprendizado. “Os desafios são muitos, mas o que considero mais importante é estar preparada para os acontecimentos não planejados, além de não me desanimar diante das dificuldades. É importante manter e seguir o plano”, ressalta.

Já Sylvia de Moraes BarrosCEO da The Kids Club, em São Paulo, acredita que o fato de a mulher ser multitarefas é a chave para o triunfo. “Acho que nós, mulheres, temos um grande poder gerencial, principalmente em franquia, em que você tem que vestir vários chapéus e assumir posições diferentes; função esta que já estamos acostumadas a fazer. Você tem o papel financeiro, de marketing e o de gestor de pessoas. E as mulheres têm muita facilidade e aptidão para lidar com pessoas e, como os negócios são feitos por pessoas e para pessoas, a gestão é muito importante”, revela.

Como separar contas pessoais da empresa na prática?

Você sabe como separar as contas pessoais das finanças da empresa? Muitos empreendedores de micro, pequenos e médios negócios misturam as contas de casa com as da empresa, ocasionando complicações financeiras e levando até as organizações à falência. 

Geralmente, os empresários trabalham com recursos limitados e acham que, associando as finanças pessoais às empresariais, estão simplificando a administração. Na realidade, estão comprometendo o futuro das empresas.

Então, se você tem perfil de empreendedor, é preciso saber fazer esta divisão para que possa ter margem de lucratividade, identificar os entraves financeiros e realizar os ajustes necessários. 

Neste artigo mostraremos dicas práticas, que fazem a diferença para o seu negócio! Confira! 

Qual a importância de separar as contas pessoais das contas da empresa? 

Separar as despesas pessoais daquelas do negócio é relevante para não prejudicar os cofres da organização. Pense, por exemplo, que em determinado mês você retira do caixa da empresa dinheiro para pagar o supermercado, compras no shopping, a água e luz de sua casa.

Como irá pagar os salários dos funcionários, fornecedores, comprar materiais ou demais despesas? Estes valores farão falta no caixa e a empresa começará a entrar em dívidas. Assim, os empreendedores terão dificuldades de saber qual o orçamento real, os custos que podem ser reduzidos, quais investimentos que precisam ser feitos e os recursos disponíveis para eles.

Muitos gestores cometem esta falha e é preciso parar com essa atitude o quanto antes. Não é porque a empresa deu lucro que o seu dono pode fazer retiradas indiscriminadas. 

Como separar contas pessoais da empresa na prática? 

É preciso saber administrar um negócio e manter o controle financeiro. É certo que não é uma tarefa fácil. Então, imagina se as finanças pessoais estão misturadas neste controle? Por isso, siga as dicas abaixo para que o não entre em colapso. 

Tenha contas separadas 

Uma dica básica e relevante é ter uma conta bancária jurídica e outra pessoal, pois o custo de uma conta exclusiva é um investimento para que tanto você quanto o seu negócio mantenham uma boa saúde financeira. Isso facilita a administração de maneira individual para ambas. 

Determine um salário para si

Um erro comum é retirar dinheiro do caixa da empresa à medida que vai precisando para suas necessidades particulares. O lucro da empresa estará indo para o seu bolso, e não para os investimentos. Isso prejudicará o crescimento do negócio. 

Para que isto não ocorra, estabeleça um pró-labore para você e seus sócios, se houver, receberem mensalmente. Este será o seu salário. Assim, avalie quanto precisa para viver e quanto a empresa poderá disponibilizar, sem prejudicá-la. 

Evite levar despesas pessoais para a empresa 

Nunca pague uma fatura da sua casa com o dinheiro, cheque ou cartão da empresa e vice-versa, são atitudes pequenas que evitam problemas maiores. Por exemplo, você está em seu escritório e lembra que precisa pagar a conta da internet. Sem pensar, pede para a secretária pegar o valor no caixa e ir na lotérica. 

Depois, na correria do dia a dia, esquece de fazer a transferência do valor para a conta jurídica. Fazendo isso várias vezes, perceberá que entrou no vermelho. E como faria para cobrir o prejuízo e controlar a contabilidade?

Faça um planejamento financeiro empresarial 

Tenha uma visão estratégica, criando projeções de receitas e despesas mensais e anuais, reserva de capital de giro, de investimentos, provisões de férias e de décimo terceiro de seus colaboradores, por meio de planilhas ou de software de gestão empresarial. Afinal, instabilidade e imprevistos financeiros acontecem no mercado e, sendo um empreendedor experiente, é preciso ter reservas para garantir a vida do seu negócio. 

Resumindo, eduque-se e transfira o seu conhecimento para os sócios, se precisar. Porque uma empresa somente cresce se houver excelência na gestão e boas práticas financeiras, como separar contas pessoais da empresa, controle do que entra e sai e um planejamento orçamentário. 

Já que chegou até aqui, aproveite e aprenda a fazer um planejamento financeiro empresarial visando o sucesso para a sua empresa. Não perca essa chance! 

Gestão de custos: o que é e como fazer de forma eficiente?

Muitos buscam se aventurar no mundo dos negócios, mas são poucos aqueles que entendem como realizar uma boa gestão de custos, o que é muito importante para a sobrevivência de uma empresa. Saber o que entra e sai financialmente é crucial para que o seu faturamento se mantenha satisfatório.

Independentemente do tamanho, é necessário dominar e saber como administrar uma empresa. É primordial focar nos números corretos, que demonstrem o funcionamento geral, para evitar descontrole financeiro e até o fechamento do seu negócio. Para não correr riscos, acompanhe a seguir pontos relevantes da gestão de custos para o seu empreendimento!

O que é a gestão de custos?

O sucesso de sua empresa não está relacionado somente ao volume de suas vendas, mas sim às diversas tomadas de decisões, ao planejamento financeiro empresarial e à gestão de custos. Essa última é todo montante que foi gasto para produzir os seus produtos ou serviços. Resumindo, são as despesas diárias para que a atividade empresarial aconteça.

Por exemplo, as matérias-primas, o consumo de energia e água, os transportes, a mão de obra interna e terceirizada, a compra de equipamentos etc. Tudo isso entra como custo na organização. Portanto, você precisa enxergar a gestão de custos como uma ferramenta estratégica que aumentará a lucratividade do seu empreendimento.

Quais são as vantagens de fazer a gestão de custos?

Fazer a gestão de custos traz vantagens essenciais ao seu negócio, como a redução de gastos para equilibrar a entrada e a saída das finanças. Confira mais a seguir!

Diminui riscos do negócio

Muitos empreendedores — por não saberem como fazer uma gestão de custos eficaz — têm a sua lucratividade imprecisa, ou seja, meses em que as despesas superam as receitas. Isso acaba trazendo, por consequência, riscos ao negócio. Faturar alto não significa que o seu negócio está sendo um sucesso. É essencial fazer uma análise mais aprofundada.

Auxilia na precificação

O preço de seu produto ou serviço está ligado ao mercado em que a sua empresa atua, já que deve ser competitivo. Outro detalhe é quanto aos gastos variáveis — por exemplo, insumos, comissões e mão de obra que devem ser bem analisados na hora de reduzir custos. Usar um método inadequado pode levar você a acreditar que o seu lucro foi X, enquanto na realidade foi Y.

Reduz gastos

Devido à competitividade do mercado e à correria do dia a dia, muitas vezes os empresários deixam passar algum desperdício de recursos na produção de seu produto. É possível evitar essa situação com um gerenciamento minucioso. Desse modo, você terá um estoque sob controle e o dinheiro não ficará parado.

Como fazer a gestão de custos na sua franquia?

Agora que você descobriu quais são os principais benefícios da gestão de custos, veja agora como realizá-la na sua empresa!

Calcular o custo e preço de venda dos produtos e serviços

Para facilitar, vamos dar o exemplo de uma empresa de serviços que desenvolve sites. Ela tem a maior parte de seus custos voltados para a mão de obra, que custa R$5.000,00. As despesas com impostos e comissões e as despesas fixas somam R$1.800,00. A margem de lucro estabelecida é de R$1.500,00 (30% sobre os custos). Dessa forma, um site será vendido pelo preço de R$8.300,00.

Encontrado o seu preço de vendas, compare com os seus concorrentes. Desse modo, você terá certeza que está dentro da competição de mercado.

Investir em tecnologia

No atual modelo de administração, é imprescindível investir em ferramentas tecnológicas, como sistemas de gestão, para automatizar os processos, armazenar dados e proteger as suas informações.

Essas plataformas realizam a gestão de vendas com ferramentas de CRM (Customer Relationship Management), controlam o estoque, a parte fiscal, as compras e as atividades dos setores de Recursos Humanos.

Coletar dados e analisá-los

Toda empresa tem metas a serem alcançadas. Algumas são estabelecidas por departamentos e outras são gerais. De posse dos números que devem ser acompanhados sistematicamente, analise se o desempenho foi positivo ou não. Esses indicadores são importantes para o faturamento de seu negócio, pois permitem uma precificação eficaz, além da identificação e correção de possíveis erros.

Para uma gestão de custos eficiente, o empreendedor precisa conhecer bem o seu negócio. Assim, terá uma visão estratégica e tomará decisões acertadas, dentro de um planejamento e uma gestão financeira condizente.

Aprofunde o seu conhecimento e veja mais a respeito do plano de negócio, para que a sua empresa cresça de maneira sustentável!

Como escolher um bom ponto comercial para sua franquia?

A busca por um ponto comercial ideal para abrir a franquia precisa garantir acesso facilitado aos pedestres, acessibilidade, estacionamento, passagem de grande fluxo de pessoas e ser em uma área comercial. Esses são alguns dos critérios que devem ser considerados importantes.

No modelo de franchising, geralmente é a franqueadora que informará quais características o local deve apresentar para a implantação do empreendimento. Dessa maneira, fica mais fácil encontrar o ponto comercial que se encaixa com as diretrizes da rede.

Para facilitar a sua procura, selecionamos dicas relevantes para você analisar no momento em que estiver escolhendo o lugar para a sua franquia. Veja a seguir!

Entenda o que é o ponto comercial e a importância dessa escolha

O ponto comercial é a localização de seu comércio e, de certa maneira, influenciará no sucesso e crescimento da sua empresa. Com ele, você forma a clientela e tem o reconhecimento do espaço e da atividade em que atua.

Caso o imóvel seja alugado, o ponto pertencerá ao empresário que explora a atividade e não ao locador. Sendo assim, há um valor econômico no local.

Segundo a Lei do Inquilinato 8.245/1991, no artigo 51, há requisitos para se formar o ponto comercial. É necessário um contrato de locação com prazo determinado, podendo haver renovação sucessiva por cinco anos. O inquilino deverá explorar a mesma atividade comercial por, pelo menos, três anos seguidos.

4 dicas para escolher o ponto comercial ideal para sua franquia

Fazer a escolha certa requer uma visão estratégica, pois o empreendedor deve considerar diversos fatores, que envolvem questões geográficas, legais e financeiras.

1. Saiba o perfil do público

Conhecer o perfil do público consumidor é determinante para a seleção do ponto comercial, porque a sua franquia deverá estar onde eles se encontram. Pegue como referência a descrição dos clientes das outras unidades que têm alto faturamento, como faixa etária, gênero, renda média, potencial de consumo e o que mais puder ser levantado sobre eles.

2. Escolha um local acessível

Avalie se existem estacionamentos de veículos e bicicletas perto, se o movimento da rua dá acesso fácil a loja. Veja quais são os obstáculos que os seus consumidores podem encontrar para entrarem em seu estabelecimento. Visite o ponto em horários diferentes para checar a movimentação e os empecilhos de cada período. Um dado importante é verificar se o imóvel promove a acessibilidade para as pessoas com deficiência.

3. Atente-se ao fluxo de pessoas

Esteja nos lugares que as pessoas estão. Quanto mais consumidores circularem pela área, mais potencial de vendas você terá. Assim, observe se há situações no entorno que podem gerar mais tráfego de pessoas, como lojas com serviços essenciais, shoppings, hipermercados, faculdades, bancos, hospitais, entre outros.

4. Confira a concorrência

Analise a concorrência, pois, ao contrário do que você pensa, ela pode ajudar a atrair novos consumidores. O motivo? Todas as pessoas pesquisam antes de efetuarem uma compra e a sua loja pode entrar nessa pesquisa.

Agora, se os concorrentes forem bem estruturados e com lojas bem atraentes, é melhor procurar outro ponto comercial. Mais um detalhe que se deve considerar é a quantidade de concorrentes na região que pretende alugar.

Erros que você não deve cometer nessa escolha

A vontade de achar o imóvel certo é tão grande que pode levar você a cometer alguns erros e prejudicar a sua busca. Veja o que você não deve fazer!

Adaptar o negócio para o ponto e não o inverso

Verifique se realmente o ponto está adequado ao seu negócio. Não tente adaptar o negócio a ele, pois poderá perder as suas características e prejudicar o fortalecimento da marca e o crescimento das vendas.

Agir com base na ansiedade

Encontrar o ponto ideal gera muita ansiedade, e isso é verdade. Se tem algum já em mente, então procure por outros, pois a falta de opção gera menor chance de sucesso devido à perda do poder de barganha. Procure com calma, para que, no momento da negociação, você tenha um melhor custo.

Resumindo, o melhor ponto comercial não é o mais caro ou barato, mas sim aquele que tem as características físicas, o público adequado e as condições comerciais e legais que geram um melhor custo-benefício.

Neste post, você pôde aprender mais sobre o ponto comercial. Agora, busque conhecer como usar o marketing na franquia para potencializar as suas ações e os seus esforços!

Custos fixos e variáveis: o que são e como calculá-los?

Você sabia que o Brasil tem 5,3 milhões de empresas inadimplentes atualmente? Esse dado é divulgado pelo Serasa Experian e aponta que os empreendedores estão com problemas sérios de administração de caixa, segundo os economistas.

O primeiro passo para criar um planejamento financeiro e ter uma gestão saudável está em compreender a administração dos custos do negócio. Depois desse entendimento, fica mais fácil organizar o orçamento e investir de maneira estratégica para o negócio crescer.

Neste artigo, você vai descobrir o que são os custos fixos e variáveis, quais são as diferenças entre eles e como calculá-los. Confira!

O que são custos fixos?

Os custos fixos são aqueles em que seu valor é constante e independente do aumento ou diminuição da capacidade produtiva. Eles têm valores fixos e estão relacionados à estrutura do negócio e manutenção do ambiente. Alguns exemplos:

  • aluguel;
  • limpeza e conservação;
  • salários administrativos;
  • internet fixa.

O que são custos variáveis?

Já os custos variáveis são o oposto dos fixos e estão diretamente relacionados à produção do negócio. Isso significa que podem sofrer alterações no valor à medida que as vendas aumentam, ou seja, quanto maior forem as propostas fechadas, maior também serão esses gastos. Por exemplo:

  • comissões de vendedores;
  • conta de telefone comercial;
  • impostos sobre o rendimento da empresa;
  • materiais relacionados à venda.

Essa diferenciação é de suma importância para calcular o valor da operação do seu negócio. Assim, você saberá para onde os gastos são direcionados a fim de compor o preço da venda.

Como diferenciar custos fixos e variáveis?

A classificação de cada custo varia conforme a atividade do negócio, portanto, a melhor maneira de identificar isso está na resposta para a seguinte pergunta: “quais são os gastos que sobem proporcionalmente ao número de vendas?

Por exemplo, em uma agência financeira, os gastos com materiais de escritório podem ser interpretados como custo variável, pois, quanto maior o número de clientes, maior será a quantidade de impressões, toners e carnês para atender à demanda. Isso significa que a conta de papelaria vai aumentar.

Quando os custos são fixos e variáveis ao mesmo tempo

Também pode acontecer de um custo ser dividido entre fixo e variável, sendo denominado custo híbrido. Isso ocorre quando apenas uma parte da conta tem relação com as vendas do negócio.

Em alguns casos, os gastos com água e energia elétrica são considerados híbridos, porque, ainda que uma parte seja utilizada para manter a estrutura funcionando, esses valores podem sofrer influência à medida que a capacidade produtiva aumenta. 

Como calcular cada um deles?

Agora que você já sabe a diferença dos custos fixos e variáveis, calculá-los é muito simples. Basta fazer um somatório de todos os itens conforme a sua categoria. Confira o exemplo abaixo.

Custos fixos:

  • aluguel: R$ 2.000;
  • limpeza: R$ 500;
  • licenças de softwares: R$ 250;
  • contabilidade: R$ 1.000.

Custos variáveis:

  • publicidade e propaganda: R$1.000;
  • comissões: R$ 3.000
  • conta de celular: R$ 1.200;
  • impostos sobre vendas: R$ 3.500.

Segundo nosso exemplo, o subtotal dos custos fixos é de R$3.750, enquanto os variáveis são de R$8.700, gerando um custo total de R$12.450. Porém, com essa diferenciação, você terá informações reais de onde estão alocados os seus gastos.

Saber distinguir os custos fixos e variáveis do seu negócio requer uma visão estratégica importante para compreender a saúde financeira da empresa. Dessa maneira, você conseguirá elaborar seu orçamento para trabalhar a contenção de despesas e lidar com as instabilidades no mercado.

Além disso, ter um registro disciplinado desses gastos vai ajudar no estabelecimento de metas estratégicas ao se preparar para os cenários futuros.

Percebe a importância de saber esses dados para manter a rentabilidade do seu negócio? Então aproveite para se cadastrar na nossa newsletter e receber outros conteúdos como este em seu e-mail.

Como escolher a franquia certa para você? 6 dicas que vão lhe ajudar

Você decidiu empreender na área de franchising, mas não sabe como escolher a franquia certa? Essa é uma etapa cheia de desafios, um momento que não se pode errar, afinal é preciso evitar frustração e prejuízos financeiros.

Para acertar na seleção é necessário buscar informações, fazer pesquisas sobre as redes de franquias, formas de administração, o apoio que é dado ao franqueado — tudo deve ser bem analisado.

E para que você opte por uma franquia que vai lhe dar prazer em trabalhar e lucro, vamos apresentar 6 dicas para ajudar nesse processo. Acompanhe!

Conheça 6 dicas de como escolher a franquia certa

As orientações que serão apresentadas vão desde sua autoavaliação à área técnica para que saiba exatamente em qual franquia investir para seu negócio. Confira!

1. Escolha mercados com os quais tem afinidade

Coloque no papel suas habilidades, áreas que mais gosta, preferências e depois vá eliminando, deixando somente o que realmente faz você feliz. Quando se gosta do que faz, surge o sentimento de realização profissional, que leva a pessoa a sair do senso comum. Por consequência, vai se empenhar mais para alcançar o sucesso de seu negócio.

Até porque será com esse mercado que vai trabalhar, investir seu dinheiro, passar a maior parte do tempo — por isso, tem que ser algo que realmente goste.

Feito isso, veja o seu perfil de empreendedor, o valor disponível para investir, horário de atendimento da empresa, se terá que trabalhar nos fins de semana e feriados. Cada detalhe pode interferir na sua escolha.

2. Selecione a franquia ideal

Quando for escolher a franquia, observe seus princípios, valores, se são produtos ou serviços que você gosta de utilizar, que se parecem com seu perfil. Não escolha a marca por glamour e modismo, pois seu negócio precisa ter um futuro sólido.

3. Busque referências de outros franqueados

Se escolheu a marca da franquia, entre em contato com outros franqueados, ou mesmo ex-franqueados, para que eles possam dar informações sobre sua experiência quanto à transferência de know-how da rede, treinamentos e suportes dos setores envolvidos no negócio, os quais você vai precisar.

Veja com os ex-franqueados o que aconteceu que a parceria não deu certo, tenha senso crítico para avaliar.

4. Analise o investimento necessário

Verifique a disponibilidade de local que a franquia oferece para que possa abrir seu negócio e quais marcas exigem um capital que caiba no seu bolso. Seja conservador, não invista 100% de seu dinheiro — é bom ter uma reserva de segurança.

Um ponto muito importante é que se você não tem outra fonte de renda, seu capital terá de cobrir ao menos por oito meses suas despesas pessoais. Antes disso, não poderá retirar dinheiro da sua empresa, pois ela precisa de um tempo para recuperar os gastos investidos e encontrar o equilíbrio entre receita e despesas evitando, assim, prejuízo.

5. Entenda o relacionamento da franquia com os franqueados

Você será seu patrão, mas ao investir em uma franquia terá que prestar contas à rede. Sendo assim, é importante conhecer o sistema, vantagens e desvantagens de cada franquia, pois tudo é constantemente supervisionado e avaliado. E para que o processo ocorra tranquilamente é preciso um bom relacionamento entre franquia e franqueados.

A marca deve oferecer:

  • um suporte adequado e nos horários que os franqueados trabalham;
  • treinamentos em todas as áreas, para que o empreendedor saiba o que está fazendo ao abrir seu negócio;
  • reuniões constantes para informar aos demais as novidades da rede;
  • relatórios periódicos;
  • atualizações para que a empresa esteja sempre em destaque no mercado.

6. Avalie criteriosamente a proposta do franqueador

Você precisa conhecer bem a franquia. Assim, seja bem cauteloso ao analisar a proposta do franqueador. Caso tenha dúvidas, procure um advogado ou uma consultoria de franquia para dar as devidas orientações. Saiba o que considerar ao abrir uma franquia

  • em um contrato de franquia existem muitas taxas a serem pagas, como a de franquia, royalties, publicidade, dentre outras — estude seus valores, datas de pagamento e o que está no contrato em relação a elas;
  • invista em franquias que têm, pelo menos, entre dois a três anos no mercado e que apresente um know-how qualificado para ser transferido ao franqueado;
  • os treinamentos devem ser disponibilizados tanto para os gestores quanto para os colaboradores — de preferência presencialmente e focado para que as pessoas possam aprender e tirar suas dúvidas;
  • o documento mais importante de uma franquia antes do contrato é a Circular de Oferta, em que constam todas as informações relevantes da rede, por isso solicite a COF de cada uma;
  • ao analisar o contrato, veja se ao final poderá renovar ou não, pois toda franquia tem prazo específico e deve ser adequado ao tempo que será preciso para que tenha seu investimento de volta.

Conheça uma opção de franquia

A marca Empresta é respeitada no mercado financeiro de crédito consignado e trabalha com os principais bancos, financeiras e seguradoras. Sua loja central dá suporte em todas as áreas da franquia e garante inúmeros serviços e produtos a serem ofertados ao seu público.

O tratamento dado aos franqueados é igual ao da loja própria. Todo o processo de abertura de uma unidade é relevante, mesmo seguindo um padrão estipulado.

Dessa forma, todas as unidades se sentem valorizadas ao compartilharem ideias e experiências, desenvolvendo o crescimento do grupo — assim como estabelece uma relação de confiança, entendendo as particularidades que envolvem cada região para que haja sucesso.

A Empresta está presente em 8 estados brasileiros e Distrito Federal. A franqueadora garante alta lucratividade, baixo investimento com retorno rápido, não cobra royalties, sem estoque e um grande mix de produtos.

Empreender na área de franquia tem sido positivo devido à segurança que o modelo de negócio oferece e vai além da questão financeira. Afinal, é um mercado que está aquecido, pois vem crescendo em uma média 7% ao ano. São 2.877 marcas que contam com 153.704 unidades no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising.

Aprendeu como escolher a franquia certa? Seguindo essas 6 dicas seu investimento verá o lucro.

Se ficou alguma dúvida, entre em contato com nossa empresa que vamos ajudar você em seu novo negócio.

Como elaborar um plano de ação para a sua empresa em passos simples?

Para tudo na vida, é preciso ter objetivos para que possam ser concretizados e o caminho para isso é tão importante quanto a chegada. Por isso, saber como elaborar um plano de ação é algo fundamental, pois ele funciona como um mapa para atingir as metas traçadas.

Com um cronograma e disciplina, você pode separar suas ações em etapas e, quando menos esperar, a tarefa já terá sido concluída sem que tenha percebido. O plano de ação pode e deve ser realizado dentro das empresas para que haja uma gestão empresarial mais eficiente. Então, pegue caneta e papel e aprenda a fazer um ao longo deste artigo. Vem comigo!

O que é o plano de ação?

Vamos direto ao ponto: o plano de ação é um documento em que você fará um planejamento de trabalho para atingir um resultado esperado ou resolver algum problema. Ele pode ser feito eletronicamente ou em papel. Em seu conteúdo, haverá objetivos, ações, responsáveis e datas de entrega. O plano de ação pode ser simples ou complexo, dependendo de sua necessidade, mas uma proposta boa deve conter:

  • objetivo geral e específico de cada ação;
  • todas as ações e atividades a serem realizadas;
  • data de início e fim para cada tarefa;
  • valores gastos em cada etapa;
  • quem são os responsáveis pelas ações;
  • riscos previstos e os planos de emergência.

Além de determinar as ações, ele também auxilia na administração do tempo dos profissionais de uma empresa, poder público ou entidade sem fins lucrativos. Além disso, também servem de guia para que as tarefas sejam feitas de maneira clara, lógica, rápida e prática.

Qual a importância de usar planos de ação dentro de uma empresa?

Com o plano de ação, você saberá priorizar as tarefas em meio a tantas outras, como na gestão de projetos, riscos, orçamentos, planos de negócios etc. A metodologia permite identificar oportunidades e tomar decisões mais acertadas, o que significará economia de tempo e de dinheiro.

Os envolvidos em um determinado projeto saberão o que fazer, quando, onde, de que maneira e por quê. Por consequência, cria-se uma cultura organizacional colaborativa com diferencial devido à sinergia desenvolvida.

Como elaborar um plano de ação?

Para desenvolver o plano de ação, é preciso dividi-lo em cinco momentos, sendo iniciação, planejamento, execução, monitoramento e encerramento. Mas, para isso, é necessário estabelecer alguns critérios.

Defina o modelo

Existem modelos desde uma lista de tarefas com prazos até planilhas mais complexas, porém, vamos deixar o modelo 5W2H como sugestão, pois é um dos mais utilizados. Ele é baseado nas respostas das seguintes perguntas: 

  • What? (O que será feito?)
  • Why? (Por que será feito?)
  • Where? (Onde será feito?)
  • When? (Quando?)
  • Who? (Por quem será feito?)
  • How? (Como será feito?)
  • How much? (Quanto vai custar?)

Estabeleça métricas e metas

Cada objetivo deve ter suas metas e elas devem ser mensuráveis. Dessa forma, serão direcionados para ações que contenham o sistema SMART:

  • específica (specific): é direta e não possibilita interpretação dúbia;
  • mensurável (measurable): pode ser medida para analisar sua evolução e se foi alcançada;
  • alcançável (attainable): a meta deve ser acessível;
  • relevante (relevant): uma vez alcançada, todos sairão beneficiados;
  • temporal (time-bound): deve ter um prazo estipulado para sua conclusão.

Determine responsáveis pelas ações

Conforme o plano de ação, veja quais os colaboradores aptos para assumir cada etapa do processo, pois, com o plano, os profissionais conhecerão suas responsabilidades e especialidades, além de saberem com quem vão trabalhar e que uma fase depende do resultado das outras. Assim, cria-se comprometimento na equipe para o sucesso das tarefas.

Resumindo, para que tudo ocorra dentro do cronograma e consiga atingir o sucesso da meta estabelecida, o gestor precisa ter uma visão estratégica no momento de pensar em como elaborar um plano de ação para obter os melhores resultados.

Gostou deste post? Então venha aprender a desenvolver a visão estratégica para que sua empresa alcance os objetivos esperados.

Como administrar uma empresa em crescimento?

Ao empreender, a pessoa sente aquele frio na barriga, pois saber como administrar uma empresa é primordial. Conhecer as boas práticas de administração permite que seus processos sejam feitos com equilíbrio e de maneira contínua.

Quem começa errado entrará em dívidas e pode até chegar ao encerramento das atividades, visto que administrar está relacionado a plano de negócios, planejamento, organização das atividades, controle dos recursos para distribuir para os setores corretamente.

Além disso, uma boa administração envolve conquistar e fidelizar clientes por atender suas necessidades, obter resultados financeiros, operacionais e logísticos. Veja como administrar uma empresa em crescimento neste post. Boa leitura!

Conheça as dificuldades de iniciar um novo negócio

Com o desemprego em alta, na faixa de 13 milhões de trabalhadores, a alternativa de sobrevivência tem sido o empreendedorismo, que alcançou 23,1 milhões de pessoas. Esses novos empresários, juntos com aqueles que têm a vontade de realmente empreender, assumem o desafio de manter a sobrevivência, manutenção, crescimento e longevidade de uma empresa.

São tantos processos a serem acompanhados! Isso inclui montar um plano de negócios, fazer planejamento, conhecer profundamente o mercado, delegar tarefas, controlar estoques e diversas outras atividades. É muita coisa? Sim, mas, com foco e disciplina, é possível dar conta de tudo.

Saiba como administrar uma empresa

Desenvolver uma empresa não acontece do dia para a noite — é um trabalho de “formiguinha” com gerenciamento diário eficiente e estratégias certas. Considere os passos abaixo:

Crie um planejamento estratégico

É com o planejamento estratégico que você alcançará seu propósito no tempo determinado. Afinal, por meio dele, fará as análises de oportunidades de negócios e recursos, tudo com números que possam ser atingidos. Ele está relacionado com a missão e a visão que a empresa se incumbiu de seguir.

Determine metas e métricas

Defina quais metas a empresa deve alcançar, desde que sejam possíveis. Divida-as em metas menores, de modo que seja mais fácil alcançá-las. Por exemplo, se sua empresa pretende vender R$ 200 mil este ano, determine metas mensais entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. Assim, chegará ao objetivo sem estresse.

Avalie as métricas de tudo que está envolvido no processo para chegar aos R$ 200 mil, analise o que está dando resultado, assim como o que pode ser ajustado ou mesmo eliminado.

Garanta o bem-estar e o engajamento de seus colaboradores

Além do que é exigido por lei, promova o bem-estar dos seus funcionários, já que são eles que fazem sua empresa crescer. Invista em conforto, área de convivência, e confraternizações para incentivar o engajamento. Além disso, abra espaço para que eles participem com ideias e soluções.

Tenha um sistema de gestão

A tecnologia está no mercado para auxiliar, com atitudes inteligentes, as pessoas e as empresas. Assim, há sistemas de gestão que, por meio de um planejamento ajudam na administração das organizações.

Neles, existem funcionalidades que realizam os pagamentos e recebimentos, fazem a gestão do relacionamento com o cliente (CRM), mostram os extratos e as movimentações bancárias, emitem notas fiscais, fazem o controle de estoque e muito mais. O programa deve estar integrado aos bancos, estoques, vendas e compras.

Faça seu plano de marketing

Todo negócio precisa ter um plano de marketing, pois será ele, com suas ações, que captará os clientes certos para seus produtos ou serviços, aumentando o volume de vendas e dos lucros. Uma das ações são as análises constantes do mercado para antecipar tendências.

Conheça bem o perfil de seu público para elaborar suas metas, objetivos, propagandas, divulgação e preço, e inovar no produto ou serviço, visando sempre a satisfação do cliente.

Seguir esses passos para administrar uma empresa em crescimento fará a diferença para conduzir sua empresa rumo ao sucesso. São ações, geralmente simples, mas que trazem resultados.

Além de tudo isso, mesmo que uma empresa tenha capital de giro, se as finanças não estiverem em ordem, cometerá erros que poderão custar caro. Portanto, agora que você viu dicas de como administrar uma empresa, convidamos você a conhecer mais profundamente o planejamento financeiro para delinear as receitas e despesas da empresa.

Veja como está o crescimento do mercado de crédito no Brasil

O Brasil vem enfrentando uma crise econômica desde 2014, com altas taxas de desemprego, de inflação e elevação dos preços. O dinheiro está tão curto para pagar todas as contas, que é preciso recorrer ao mercado de crédito.

Fazer um empréstimo pessoal é uma das alternativas para quitar dívidas, fazer alguma compra ou mesmo viajar. Porém, antes de adquirir um empréstimo é preciso avaliar se é o momento mais apropriado, para que você não assuma algo que possa complicar sua vida financeira.

Por isso, fizemos este artigo para que consiga analisar o mercado. Acompanhe!

O que é mercado de crédito?

O mercado de crédito é o conjunto de operações realizadas com prazo curto (menos de um ano), médio (de um a cinco anos) ou aleatório (acima de cinco anos), para dar o aporte de caixa que as pessoas físicas ou jurídicas precisam naquele momento.

São soluções de empréstimo e financiamento oferecidas por instituições financeiras da seguinte forma:

  • para pessoa física, os créditos são o consignado, direto ao consumidor, cheque especial, cartão de crédito, leasing, dentre outros;
  • para pessoa jurídica, os créditos são o empréstimo para capital de giro, financiamento para máquinas e equipamentos, financiamento de projetos etc.

Ao realizar um acordo de crédito é preciso estabelecer o valor do montante negociado, sua forma de pagamento, a taxa de juros pré ou pós-fixada, as garantias ofertadas como o aval, imóveis, máquinas, ativos financeiros dentre outros e para que serão usados os recursos.

É um momento bom para buscar crédito no mercado?

Segundo a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), o ano de 2019 é bastante favorável, pois o crescimento da economia do Brasil deve ficar entre 2,5% a 3%.

O Produto Interno Bruto aumentará em média 1,4%. Esses dois dados darão condições de se fixar a taxa de juros em 6,5% ao ano. Junto a isso, acredita-se em uma inflação abaixo da meta — 4,25%. São panoramas que ajudam a fortalecer o mercado de crédito para este e os próximos anos.

Qual o impacto das fintechs no mercado?

As fintechs têm revolucionado o mercado de crédito com soluções em serviços financeiros — beneficiando não somente os usuários físicos e jurídicos, mas também o mercado, ela tem sido uma tendência de negócio

Muitos dos serviços oferecidos pelas fintechs são os mesmos ofertados pelas instituições financeiras como cartão de crédito, financiamento, seguros, contas etc. O diferencial está em uma estrutura enxuta, simples, desburocratizada e ausência de tarifas e taxas em alguns produtos.

A experiência do usuário é o que impacta os negócios das fintechs, pois os clientes têm autonomia na gestão do seu crédito, não enfrentam filas, não têm que ficar enviando documentos ou prestar conta de sua vida.

Essa expansão tecnológica veio de encontro com a geração Y no mercado, que já está imersa no mundo digital, buscando soluções para suas necessidades cada vez mais rápidas. Mas as mudanças de comportamento estão atingindo gerações anteriores que vêm se adequando ao novo formato online.

Com as fintechs é possível economizar e encontrar serviços melhores, pois as startups oferecem as taxas de juros mais baixas em relação ao que os bancos tradicionais têm, além de usar a inteligência artificial para fazer as análises de créditos com aprovação online. Elas vêm mudando o mercado de crédito do mundo todo, sendo um sistema que veio para ficar. 

Aproveitando esta tendência das fintechs, os bancos do nicho de crédito consignado vem investindo em tecnologia para gerar comodidade aos seus clientes ao contratarem empréstimos de forma online, sem saírem de casa.

Quais as projeções para o próximo ano?

O Banco Central apresentou uma estimativa satisfatória para 2020, pois o PIB ficou estipulado em 2,50%, inclusive para 2021 e 2022. A inflação está prevista em 4%, porém para 2021 e 2022 poderá chegar a 3,75%. Já a taxa de juros ficou entre 7,25% a 8% ao ano para 2020 até 2022.

O objetivo é reduzir os juros para diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo do mercado brasileiro.

Diante deste cenário, o momento está propício para fazer empréstimo e financiamento, pois o mercado de crédito está sendo estimulado para que a população consiga colocar sua vida financeira em ordem, ou mesmo aproveitar para empreender e começar um novo negócio.

Aproveite para ampliar seu conhecimento e aprenda como identificar as oportunidades de negócios.